
Michell Zappa
Fundador e CEO
Futurista de tecnologia para organizações em mudança.
Construa ferramentas descrevendo o que você quer. Sem diploma em computação, sem decorar sintaxe. Só você, uma IA e uma ideia.
Neste workshop do Brasil Futures Forum a gente percorre o caminho de curioso a criador: os conceitos, as ferramentas e o jeito de trabalhar que levam do primeiro prompt até uma primeira versão funcionando. Algo que você consegue mostrar, testar e melhorar.

Fundador e CEO
Futurista de tecnologia para organizações em mudança.

Pesquisador principal
Pesquisador principal da Envisioning.

Sócio e Head de Desenvolvimento
Sócio e Head de Desenvolvimento da Envisioning.
Vibe coding é escrever software conversando com uma IA, em vez de digitar código caractere por caractere. Você descreve o que quer, por exemplo “monte um painel que mostre meus dados de vendas”, e a IA escreve o código. Você olha, ajusta e repete até funcionar.
O termo foi cunhado por Andrej Karpathy no começo de 2025: “you fully give in to the vibes, embrace exponentials, and forget that the code even exists.” Ou, em português: “você se entrega totalmente às vibes, abraça as exponenciais e esquece que o código sequer existe.” Pegou porque descrevia o que milhões de pessoas já estavam fazendo: construindo coisas reais com IA, sem formação em programação.
Andrej Karpathy
@karpathy
There's a new kind of coding I call "vibe coding", where you fully give in to the vibes, embrace exponentials, and forget that the code even exists. It's possible because the LLMs (e.g. Cursor Composer w Sonnet) are getting too good. …
12:17 AM · Feb 3, 2025 · View on X
Cada ponto é a ideia de alguém. Lá embaixo à esquerda elas são pequenas, baratas e existem aos montes. Em cima à direita sobra uma, e ela custa dinheiro de verdade. Clique em qualquer estágio para ver o detalhe.
À esquerda da linha
Quinze pessoas, quinze ideias, e no fim da tarde a maioria está rodando. Construir ficou barato o bastante para você descobrir qual ideia vale alguma coisa construindo, em vez de discutindo numa reunião.
À direita da linha
Pilotos e produtos significam usuários reais, dados reais e alguém de plantão às três da manhã. Outro orçamento, outro prazo, outro time. Um workshop é como você descobre qual punhado de ideias merece isso, e a gente fala com honestidade em que ponto a sua está.
A distância entre ter uma ideia e ter algo funcionando na tela encolheu muito rápido. Com isso, construir software virou uma habilidade prática para vários tipos de trabalho, não só para quem programa.
O que isso significa para o seu trabalho? Provavelmente a IA vai mexer com ele de alguma forma, ainda que não dê para prever exatamente como. Este workshop é um espaço para ganhar repertório e experimentar sem risco. Ninguém aqui vai te dizer o que vai acontecer com a sua profissão.
Você sai daqui com um projeto pequeno, feito por você, que já dá para abrir na frente de alguém.
Os horários são aproximados.
Cada modelo novo aumenta o que dá para fazer com vibe coding. As habilidades que você aprende hoje (escrever prompt, depurar, iterar) só ficam mais valiosas conforme as ferramentas melhoram.
Visualizações de dados, ferramentas de coleta, scripts de análise
Transformar uma base de dados em um explorador interativo em minutos
Especiais interativos, raspagem de dados públicos, linhas do tempo
Cruzar duas planilhas oficiais e publicar o resultado como página
Formulários, painéis de impacto, mapas, ferramentas de campo
Montar um painel de indicadores para prestação de contas
Protótipos, ferramentas internas, portais, testes de produto
Colocar uma primeira versão no ar antes de contratar time técnico
Exercícios interativos, materiais de aula, painéis de turma
Criar uma aula interativa com devolutiva imediata para o aluno
Painéis, automações de processo, consultas a dados abertos
Substituir uma planilha manual por algo que a equipe usa de verdade
Mac, Windows ou Linux, qualquer um serve
Chrome, Safari, Firefox ou Edge
ChatGPT, Claude ou qualquer IA de chat (os planos gratuitos dão conta)
Disposição para tentar de novo quando não funcionar de primeira
Ajuda ter, mas não é obrigatório. Você aprende no caminho.
LLMs são bons em linguagem, claro. O que os deixa excepcionais em código é a verificabilidade. Ou compila, ou não. Esse feedback binário é exatamente o que o modelo precisa para se corrigir e entregar código que funciona.
A mesma ideia vira a sua habilidade mais importante. Qualquer um consegue código que roda. Quem constrói coisa que vale a pena ficar tem um jeito de checar se está de fato certo, não só se não quebrou. “Parece funcionar” versus “eu verifiquei que funciona” é a linha real entre um demo descartável e algo em que dá para confiar.

A programação do dia, com trilhas, filtros e busca.

Opening a room. The Mac handles who gets in, and the captions.

A real meeting, with the transcript building underneath.

It heard someone promise something and offered to file it.
Você é uma pessoa parceira de ideação ajudando alguém que nunca programou a fazer um site que ensine/explique algo sobre o Brasil para quem é de fora ou não conhece. Comece perguntando sobre o que essa pessoa gostaria que soubessem mais sobre o Brasil: sobre alguma referência/movimento cultural, lugares, modo de vida, inteligências, etc.. Depois faça no máximo duas perguntas simples para entender quem seria o público e como a pessoa quer que seja mostrado/explicado o assunto. Se a ideia ficar grande, reduza o escopo. No final, escreva uma ideia de site/webapp pequena e concreta, com: - o escopo - para quem é - uma tela principal - um estilo, ação central e interatividade - o que fica deliberadamente fora da primeira versão Não escreva código ainda. Use linguagem simples e leve. A ideia deve ser possível de prototipar em uma tarde.
Mais de 180 artefatos da cultura brasileira, da Bossa Nova a Milton Santos, cada um com resumo, anos de atividade, territórios e categoria. Filtra por coleção, território, tag e período.
Ferramentas: list_facets, search_artefacts, get_artefact
Mais de 130 atividades nos três dias, em 11 casas, com quem participa de cada uma e a bio de cada pessoa. Acompanha a planilha da produção, que muda todo dia.
Ferramentas: get_programme, search_sessions, get_session, search_people, get_person
No Claude ou no ChatGPT, procure por conectores nas configurações e cole a URL. Os mesmos dados estão em bff.envisioning.com, para olhar com os próprios olhos antes de pedir algo à IA.
Para dados de fora do Forum, o Brasil publica bastante coisa pronta: dados.gov.br, Base dos Dados, as APIs do IBGE e o Portal da Transparência, além dos portais da sua cidade ou estado. Dica: comece com uma base e uma pergunta. “Me mostre onde X acontece mais que a média” é um primeiro prompt muito melhor que “construa um monitor completo do país”.
Quero explorar uma pergunta sobre cultura brasileira ou sobre a programação do Brasil Futures Forum usando a fonte MCP conectada nesta conversa. Primeiro, ajude-me a escolher uma pergunta pequena e interessante. Depois: 1. busque apenas os dados necessários; 2. não invente informações e deixe claro de onde veio cada resultado; 3. proponha uma interface simples para explorar a resposta; 4. descreva uma primeira versão com uma tela principal e uma interação central. Se eu já tiver um protótipo, sugira como adaptar a ideia sem transformar o projeto em um dashboard completo. Comece pequeno.
Clique em qualquer conceito para ver o que é, por que importa e quais ferramentas experimentar. Marque cartões como “conhecido” para acompanhar o progresso.
Vá da ideia a um protótipo funcionando em minutos
Prompte e publiqueO custo não depende do seu nível. A diferença está em quanto você usa as ferramentas, não em quanto você sabe.
Dá para aprender e prototipar
Dá para construir coisa de verdade só com ferramenta gratuita. O limite é a cota de uso, não o que a ferramenta consegue fazer.
Para tirar o atrito do caminho
O ponto de equilíbrio. A maior parte das pessoas nunca precisa de mais que isso.
Para necessidades muito específicas
Só faz sentido se você mantém aplicações em produção ou toca um negócio em cima dessas ferramentas.
Isso é normal. Às vezes a IA faz mudanças em cascata que você não pediu. A solução é controle de versão: faça um commit sempre que estiver funcionando, assim você sempre consegue voltar.
Aprenda Git cedo. Faça commits com frequência. Criar branch não custa nada.
Quando ela conserta uma coisa e quebra outra repetidamente, a conversa ficou saturada. O modelo está trabalhando em cima de confusão acumulada.
Abra um chat novo. Resuma o que você tem, o que funciona e o que está quebrado. Contexto limpo geralmente resolve.
Você não precisa entender cada linha. Mas precisa saber o que cada arquivo faz e como as partes se conectam. Peça para a IA explicar.
Cole o código de volta e diga: “explique isso como se eu nunca tivesse programado”. Faça isso sempre que se perder.
O padrão da IA é funcional, mas genérico. Design pede iteração, igual ao código. Você precisa ser específico sobre a aparência que quer.
Mostre prints de coisas que você gosta. Diga “deixe parecido com isso” ou use geradores de interface como o V0 para a camada visual.
A distância entre “funciona na minha máquina” e “funciona na internet” pega todo mundo. Erro de build, variáveis de ambiente e configuração de hospedagem são os tropeços mais comuns.
Comece por plataformas de deploy em um clique (Vercel, Netlify). Cole a mensagem de erro inteira na IA, não um resumo dela.
Os erros da IA mudaram de cara. Antes eram travamentos óbvios; hoje o código costuma parecer limpo, rodar sem reclamar e estar silenciosamente errado: um total mal calculado, um caso não previsto, o registro errado sendo atualizado. Passa batido num teste rápido.
Verifique o comportamento, não só se rodou. Teste com dados reais e com dados estranhos. “Não deu erro” não é a mesma coisa que “está correto”.
Bem-vindo ao desenvolvimento de software. Até quem programa há anos gasta de 30% a 50% do tempo depurando. Essa proporção melhora com prática, mas nunca chega a zero.
Isso faz parte do trabalho. Se acostume com o DevTools (F12), aprenda a ler mensagens de erro e sempre cole o erro completo na IA.
Funcionando, meio funcionando, se segurando por um fio: tudo vale. Adicione o seu projeto do Vibe Coding — Programe sem saber programar para o resto da sala ver, e para você ter um link para voltar depois. Um link de prévia já basta; não precisa publicar em produção.
O que você construiu continua sendo seu. Enviar coloca o projeto nesta página para a sala ver, e nada além disso. É só pedir que tiramos do ar.
Quatro dígitos, passados na sala durante o Vibe Coding — Programe sem saber programar.
Tudo aqui foi feito em uma tarde, por gente que não programa para viver.
É uma primeira versão de um site para contar a história da presença negra no RS.
Sarah Brito
é um jogo para conhecermos gambiarras brasileiras que se tornaram invenções que fazem parte da vida de muitos brasileiros
Natata
Ela é uma ferramenta cultural para explorar os sertões paraibano e pernambucano, trazendo um roteiro de 2 dias, destacando aspectos da fauna, flora e arte de cada região
Clarissa
Ele mostra uma lista de artista conforme seu estilo e semelhanças.
Daniel Stain
O Brasil que os modernistas inventaram Descrição curta (uma frase) Uma pequena porta de entrada interativa para entender a mudança de olhar sobre o Brasil que o Modernismo provocou — em 3 a 5 minutos, em português e inglês.
Josimar Santos
O disco de alquimia de Jorge Ben, de 1974, explicado numa página só: as doze faixas num vinil clicável, o texto hermético verso a verso, os símbolos alquímicos e um jogo em quatro fases.
MZ
Um site de página única que explica "gambiarra" — a palavra brasileira para uma solução improvisada e criativa feita com o que está à mão. O visitante estrangeiro vê uma galeria de gambiarras ilustradas (chuveiro de garrafa PET, chinelo na antena de TV, cabide de arame como antena etc.) e interage com um mini-quiz: cada cartão mostra a imagem e pergunta "Para que você acha que isso serve?". Ao escolher uma resposta, o cartão revela o uso real e uma curiosidade cultural. Sem login, sem banco de dados, sem pontuação — é um convite leve e lúdico a conhecer a engenhosidade brasileira.
Thayani
Objetivo e despertar o interesse de mais pessoas conhecerem o municipio , e com isso alavancar a economia local.
Sueli cristina
Informações das regiões para montar um roteiro de viagem pelo Brasil
Carol Pessanha
O site conta de forma lúdica e visual a história de Carolina Maria de Jesus para um público infantil de até 8 anos, entendendo a importância desta figura para a história brasileira.
Maria Clara Araujo Secall
Dá uma visão da imagem do Brasil por meio da Arquietura, com base na pesquisa maravilhos da envisioning sobre a imagem do Brasil
Ste
Um quiz para ajudar gringos a decidirem qual carnaval devem escolher.
Turra
Mapa interativo com 9 estrelas representando os movimentos da música brasileira e as influências externas que os moldaram. Clicar numa estrela acende suas conexões e mostra contexto, indicações pra ouvir e dados verificados. Feito pra quem já curte música brasileira e quer entender de onde ela vem.
Alessandra Tótoli
Mostra como na letra da música "Construção" de Chico Buarque a alternação da última palavra de cada verso reconstrói o sentido.
Fabio
Mostra um mapa de sabores/ingredientes do Brasil permitindo navegar por areas onde esse prato é marcante e que relações gastronômicas são feitas com outras regiões.
Thomaz
Sem ideia do que construir? Pegue três prompts prontos para copiar e colar no seu assistente de IA.
Esta página trata de começar. O Advanced Mode trata do que vem depois: seis encontros mensais sobre manutenção, dívida técnica, decisões de arquitetura que não dá para desfazer e revisão de código que você não escreveu.
Uma coisa que já roda, ou que vai rodar durante o programa, da qual outra pessoa além de você depende. É esse o único critério.
Seis encontros mensais de 90 minutos, online, com no máximo doze pessoas. Sempre a mesma estrutura: um caso a fundo, um tema, e então os travamentos de cada um.
Quem se inscreve ordena os seis temas — stacks, decisões irreversíveis, revisão de código que você não escreveu — e é essa ordem que seguimos.